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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
pe. James Martin, SJ, uma bela apresentação contemplativa dos Exercícios Espirituais de santos Inácio de Loyola.
Acompanhar a apresentação do pe. James Martin sobre o ensinamento de santos Inácio de Loyola, de encontrar Deus em todas as coisas é uma experiência contemplativa.
Busque um local calmo, busque um momento silencioso e acompanhe, participe, contemple.
Se quiser, deixe ao final um comentário ou melhor, faça você uma anotação breve da experiência orante.
Thomas Merton: uma apresentação bonita de sua vida e de sua conversão.
O narrador do vídeo é o pe. James Martin, jesuíta da American Magazine.
É a segunda vez que a autora do Blog encontra um jesuíta que se confessa vocacionado pelo Pai, pelo Filho, pelo Espírito Santos e pela Montanha dos Sete Patamares, um marco na obra de Thomas Merton.
Quem foi Bernard Lonergan? Ouça e conheça-o!
Roma (RV) - Bernard Joseph Francis Lonergan foi um padre jesuíta canadense que viveu no século XX. Filósofo, teólogo e economista, foi professor do Colégio Loyola de Montreal, da Universidade de Toronto, da Pontifícia Universidade Gregoriana em Roma e do Boston College.
Uma das obras mais conhecidas de Lonergan é “Insight”, sobre a inteligência humana. Este estudo não foi muito bem compreendido na época, e com “O Método em Teologia”, reúnem uma série de exercícios para a conversão espiritual.
Os maiores conhecedores do filósofo e alguns seus ex-alunos se reuniram na Universidade Gregoriana recentemente para “revisitar a antropologia” de Lonergan. Um deles é Pe. João Villa-Chã, Professor de filosofia, que em exclusiva à RV, examinou a relação entre a obra do mestre e o ministério de Jorge Bergoglio como Papa Francisco.
“Um dos temas muito fortes do pensamento de Lonergan é convidar as pessoas – ele fazia isso com seus alunos – a prestar atenção. Creio que o Papa Francisco em seu ministério, tem feito justamente isso: convidar as pessoas a prestar atenção a si próprias, a prestar atenção aos outros, a prestar atenção à Palavra de Deus, àquilo que nos acontece no dia a dia, e, sobretudo, prestar atenção a esta questão fundamental para a vida humana, que é a dinâmica da caridade do amor”.
“Lonergan dizia que o ser humano tem que aprender a colocar-se questões, a interrogar-se sobre si próprio, aprender a refletir sobre a própria experiência, porque em ultima análise, o que conta realmente no processo da evangelização, do Evangelho e de seus valores, é que a pessoas se descubram à luz de Deus, que se revejam à luz de Deus, que entendam que seu destino não é apenas o imediato, do aqui e agora, mas que tem um valor transcendental e transcendente”.
Texto proveniente da página http://pt.radiovaticana.va/news/2013/12/11/quem_foi_bernard_lonergan_ou%C3%A7a_e_conhe%C3%A7a-o!/bra-754717
do site da Rádio Vaticano
Quem foi Bernard Lonergan? Ouça e conheça-o!:
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sábado, 7 de dezembro de 2013
A imaculada liberdade de Maria
A Solenidade da Imaculada Conceição, Festa de toda a Igreja em que, de alguma forma, culmina a devoção eclesial de/a Maria, faz-me pensar sobretudo em coisas como as seguintes:
1. A Mãe do Salvador é Imaculada, nós não somos.
2. A Imaculada evocada na Solenidade da Igreja é a Cheia de Graça endereçada pelo Anjo Gabriel, ao passo que nós permanecemos o que somos: pobres pecadores.
3. Maria é a criatura perfeita, nós apenas e só Peregrinos da Perfeição.
4. A Imaculada Conceição de Maria, Mãe de Quem nos salva, foi declarada, em 1854, dogma constituinte e provado da Fé da Igreja, e contudo o dogma de forma alguma contradiz a Razão; antes pelo contrário, o Dogma só o é porque ao promulgá-lo a Igreja tem a Razão, toda ela, do lado que lhe pertence.
5. A Perfeição da Imaculada não é dela, humilíssima por natureza, mas dom de Cristo recebido por antecipação.
6. Maria sabe quem é, e por isso aceita até ao Fim a Sua condição de “Theotokos”, de Mãe de Deus, chamada a ser, como mulher e mãe, Senhora da Redenção.
7. Celebrar as Glórias de Maria é celebrar o facto de nela só Deus ter lugar, pois nela tudo é de Deus e Deus n'Ela é Tudo o que nela há de pessoal – de facto, nas palavras do Anjo da Anunciação, Ela é a Cheia de Graça, bendita entre todas as mulheres.
8. A Solenidade da Imaculada Conceição é grandiosa na vida da Igreja, pois o mistério que agora se articula é um daqueles, entre todos excelso, cuja Luz nos mostra não só que Deus é mas também nos diz muito do somos nós, do género: Deus é o tudo que está em todos; nós decaímos no nada sempre que esquecidos d’Aquele que é o Tudo que nós não somos.
9. Assim, celebrar a Imaculada Conceição é cair na conta de que o tempo de agora é de advento e que nada há de melhor do que imitar Maria, pois concebida sem pecado para nos fazer realizar a intenção mais pura e necessária de todo o Advento, ou seja, dispormo-nos, como Ela, a acolher o Deus que vem e a aceitar como Dom urgente e necessário o Dom que Maria, concebida sem pecado, aceitou sem precisar: refiro-me, claro, ao Perdão que só de Deus nos pode vir.
10. Enfim, penso que celebrar a Festa da Imaculada Conceição é oportunidade sublime para celebrar a Promessa que em Cristo já temos realizada, aquela mesma que em Maria se fez plenitude de Graça e que, pela sua mão de Mãe, nos pode justamente levar a ser o que só Deus, por gratuidade do Amor mais puro, nos pode fazer realmente ser: Livres, de tudo e para todos; livres para Amar!
Este texto é do prof. João Vila-Chã, SJ e foi publicado hoje, no FB,
em Ask a Jesuit (João J. Vila-Chã, SJ)
Este texto é do prof. João Vila-Chã, SJ e foi publicado hoje, no FB,
em Ask a Jesuit (João J. Vila-Chã, SJ)
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